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Mostrando postagens com o rótulo consultor de alimentos

Com qual tipo de empresário você se identifica?

               De forma simplificada, podemos classificar os empresários em 4 tipos de profissionais: 1. Os que fazem parte do time que estão buscando sempre manter seu estabelecimento muito além do que as normas sanitárias exigem. Indo mais adiante implantando novos programas de qualidade, procurando consultores para trazer inovações e assessorias para alcançar mercados cada vez mais competitivos e agregar valor ao empreendimento e à sua reputação. 2. O que conhece suas obrigações e cumprem as Boas Práticas por respeito aos seus clientes e para cumprir o mínimo que a Vigilância Sanitária exige para não ser multado. 3. Os que nunca buscaram conhecer e age errado por falta de conhecimento e desinteresse. 4. Os que conhecem suas obrigações e as leis, mas não cumprem.            Infelizmente os que se comprometem com a qualidade e com as leis são poucos. A grande maioria dos donos ou gerente...

Comentários que o fiscal da Vigilância e o consultor de alimentos sempre escutam

           Durante todos os anos que trabalhei como Coordenadora da Vigilância Sanitária e como consultora nutricional e sanitária já ouvi muitos comentários, reclamações e opiniões do empresário sobre a fiscalização sanitária.           Claro que como toda moeda tem dois lados, muitas reclamações realmente procedem. Existem fiscais que não são muito educados, outros que fazem exigências que não estão em legislações vigentes e podem prejudicar o empresário com solicitações não previstas em leis.           Por isso sempre peço aos meus clientes para solicitarem durante a visita que deixem a notificação por escrito. Se o fiscal só falou de boca, desconsidere. Só tem valor legal a notificação por escrito. Até porque com ela em mãos posso entrar com a defesa, plano de adequação, solicitação de prorrogação de prazo entre outros.          Ou seja, tenho o documento em mão para trabal...

Quais são os principais argumentos dos clientes para não implantar as Boas Práticas?

            O que sempre observei nesses 25 anos de experiência como consultora sanitária e nutricional é a resistência dos clientes para implantação das Boas Práticas. A maioria contrata a consultoria para confeccionar o Manual de Boas Práticas e os Procedimentos Operacionais só porque a Vigilância solicitou.            E os principais argumentos que o cliente cita como dificuldade são: 1. Implantar as Boas Práticas custa muito caro :              Na verdade, é exatamente o contrário. As Boas Práticas trazem lucratividade para as empresas. Quer exemplos de mudanças que não requerem investimentos financeiros? - Adequação do quadro de pessoal: com as tarefas de cada colaborador definidas há diminuição das horas extras, ociosidade, atestados de saúde e rotatividade de pessoal que custa muito caro. Os colaboradores ficam mais satisfeitos c...

O papel do consultor de alimentos na implantação das Boas Práticas

             As Boas Práticas de Fabricação (BPF) no segmento mesa, compreendem atividades que garantem a produção de alimentos seguros para o consumo em bares, restaurantes, lanchonetes, padarias, hotéis, cozinhas industriais, bufês e todos os estabelecimentos que comercializam produtos alimentícios prontos para o consumo.               A implantação das BPF prevê a avaliação do ambiente de trabalho e das pessoas envolvidas nos processos produtivos, analisando, basicamente, os procedimentos de higiene no âmbito do estabelecimento e todos os cuidados de natureza sanitária, adjacentes e determinantes para a integridade dos alimentos.             Este processo constitui-se num grande desafio, pois a realidade da maioria dos estabelecimentos que produzem e comercializam refeições é muito adversa sob o ponto de vista das BPF, sobretudo, das condiçõe...

Pequenas empresas de alimentos e as Boas Práticas: novos desafios e o papel do consultor neste cenário

             As Boas Práticas de Fabricação compreendem atividades que garantem a produção de alimentos seguros para o consumo em toda cadeia alimentar e sua implantação no comércio de alimentos é obrigatório.          O controle sanitário de alimentos no setor industrial de grande porte já avançou bastante. No Segmento Mesa – estabelecimentos que fornecem alimentos prontos direto ao consumidor final como bares, restaurantes, lanchonetes, padarias, hotéis, bufês, quiosques, açougues, etc. – e no ramo das pequenas indústrias (e das agroindústrias), ainda é necessário um amplo trabalho de conscientização e adequação.         A implantação das Boas Práticas prevê a avaliação do ambiente de trabalho e das pessoas envolvidas nos processos produtivos, analisando, basicamente, os procedimentos de higiene em todas as etapas do processo de produção até que o alimento seja consumido. ...

Custos com a falta de qualidade e retornos com investimento em qualidade

             A gestão da qualidade é uma ferramenta essencial para as empresas que desejam se destacar dos concorrentes, melhorar a lucratividade e a reputação.           Já ouvi muitas vezes argumentos de clientes que diziam que as Boas Práticas, POPs e outros documentos eram desnecessários e que só queriam fazer o básico para não serem multados ou resolver as não conformidades descritas em notificações e autos de infração por exemplo.         O que sempre explico para clientes com esses argumentos, é que a concepção deles a respeito da implantação da qualidade está equivocada.        Em primeiro lugar, são investimentos que terão retorno, enquanto problemas com a falta de qualidade geram prejuízos reais como retrabalho, desperdício de matérias-primas, prejuízo da imagem da empresa, insatisfação e perda de clientes que além de gerar uma ...

Por que contratar uma consultoria sanitária e nutricional

            A correta manipulação, acondicionamento e processos de produção dos alimentos são procedimentos que todo estabelecimento do ramo de alimentos e bebidas deve implantar na sua rotina diária. Existem legislações que obrigatoriamente devem ser respeitadas por ter conexão com a fabricação de produtos inócuos, ou seja, que não sejam fontes de doenças para o consumidor.          Por outro lado, a empresa que busca competitividade no mercado, quer qualidade no que produz e no serviço que presta ao seu cliente.        Uma consultoria pode oferecer um suporte técnico a proprietários que necessitam de instruções já detalhadas e baseadas na experiência do consultor sobre as normas e procedimentos que são obrigatórios para a qualidade higiênico-sanitária do produto.        Algumas empresas buscam os serviços de uma consultoria também para ...